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MENTE

Liderança pula pula

Coronel Montibeller · 1 MIN · 19 de julho de 2026

No meio daquela imensidão gelada, cada um dos dezesseis sobreviventes tinha uma função. Não existia hierarquia formal, mas sim uma liderança que emergia das circunstâncias.

Diretamente do livro Milagre nos Andes, aquele livro de cabeceira que todos deviam ter, olha que interessante, baseado em história real. Vale a pena refletir:

No meio daquela imensidão gelada, cada um dos dezesseis sobreviventes tinha uma função. Não existia hierarquia formal, mas sim uma liderança que emergia das circunstâncias. Parrado era a força de vontade que abria caminho na montanha. Canessa era o cérebro técnico, o médico que mantinha a esperança com diagnósticos precisos. Tintin era a resistência silenciosa que sustentava o grupo nos momentos de exaustão.

O que muitos não percebem é que a liderança nos Andes não era sobre dar ordens. Era sobre saber quando seguir e quando liderar. Cada um, à sua maneira, carregava um pedaço da responsabilidade pelo destino de todos. Não existia homem mais importante que o outro. Existia um grupo que entendeu que a sobrevivência dependia da contribuição de cada um, do mais forte ao mais debilitado.

Na VRB, aplicamos essa mesma lógica. No mato, o líder não é quem grita mais alto. É quem sabe ouvir, delegar e reconhecer que o conhecimento do outro pode salvar sua vida. Liderança compartilhada não é fraqueza. É inteligência tática.

Então!

Bacana né?

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